SUS oferece 29 terapias alternativas gratuitas

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Pensando na melhoria da saúde da população e trabalhando com a medicina preventiva, o Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou mais 10 novas práticas terapêuticas que podem ser usufruídas gratuitamente pelos brasileiros. São elas: apiterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozonioterapia e terapia de florais, que se juntam as que já eram oferecidas, somando agora 29 procedimentos de medicina integrativa e complementar gratuitos pelo sistema público de saúde.

Além das novas práticas, a população já usufruía de acupuntura, homeopatia, fitoterapia, antroposofia, termalismo,arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturoterapia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa e ioga.

O ato de incorporação das novas terapias foi assinado pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, ontem, dia 12 de março, na abertura do Primeiro Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Complementares e Saúde Pública. O encontro é promovido pelo Ministério da Saúde, em conjunto com o terceiro Congresso Internacional de Ayurveda, e vai até quinta-feira (15) no RioCentro, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo o ministro, as terapias são investimentos preventivos, para que as pessoas não fiquem doentes, evitando que os problemas de saúde se agravem ou que sejam internadas e precisem de cirurgias, o que gera custos altos para o sistema e tira qualidade de vida do cidadão. “Somos, agora, o país que oferece o maior número de práticas integrativas disponíveis na atenção básica”, enfatiza Ricardo. O ministro também explica que as terapias são baseadas na medicina tradicional, que ao longo de milênios deram certo.

No ano passado o SUS realizou 1,4 milhão de atendimentos individuais, sendo a maioria deles para acupuntura, com 707 mil atendimentos. Depois, vieram medicina tradicional chinesa, com 151 mil sessões de tai chi chan e liangong, 142 mil de auriculoteriapia e 35 mil sessões de ioga.

O próximo passo do Ministério da Saúde é fazer a divulgação e o engajamento dos cidadãos no uso desses tratamentos como prevenção à saúde, que, segundo Barros, não faz parte da cultura brasileira. “Se você vai à China, a cada 50 metros, tem uma casa de massagem. Aqui, a cada 50 metros, tem uma farmácia. Essa é a mudança que precisa ser alcançada”, afirmou o ministro.

Texto e edição: Luciana Albuquerque

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