12 dicas para turbinar sua página no LinkedIn

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Se você está à procura de emprego ou de uma mudança na área profissional, fique de olhos nos conselhos da coach Bia Nóbrega

Cada vez mais as empresas e os setores de Recursos Humanos estão mais exigentes na hora da contratação dos seus funcionários. E em tempos de grande concorrência no mercado, o primeiro passo para conseguir despertar o interesse do contratante é ter um bom currículo. A coach, mentora e palestrante Bia Nóbrega explica que, além das experiências profissionais, os recrutadores hoje procuram por pessoas que saibam construir uma rede de relacionamentos que fomente conhecimentos e negócios. “As redes sociais são extremamente relevantes nos dias de hoje em todas as esferas das nossas vidas. E, com o LinkedIn, a busca por uma oportunidade profissional se torna algo mais simples e contínuo. E um dos motivos é a facilidade de comunicação entre seus usuários”, diz a especialista. Segundo ela, o LinkedIn é o ambiente ideal para expor projetos, divulgar artigos e fomentar contatos profissionais, ou seja, um lugar perfeito para recrutadores procurarem por colaboradores para fazerem parte de suas empresas.

Atuando há mais de 20 anos na área de Recursos Humanos, Bia separou 10 dicas para deixar o perfil do possível candidato ainda mais adequado na rede. “É fundamental que as informações estejam sempre atualizadas, independentemente se o usuário está procurando um emprego ou não. Dessa forma, a interação ocorrerá de forma mais eficaz trazendo ótimas oportunidades diariamente”, destaca a especialista em carreiras. Confira seus conselhos e coloque em prática na sua página!

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  1. Imagem e foto correlacionadas a quem você é ou área de atuação
    As imagens usadas no perfil e na capa do LinkedIn são sua primeira impressão, então, use fotos profissionais. “Se a pessoa trabalha com algo relacionado a criação ou conteúdo, não precisa ser algo muito formal, diferente de quem atua na área de direito ou financeira. Neste caso, o uso de camisa ou terno toma-se fundamental”, orienta Bia.
  2. Edite o seu endereço
    Ao criar um perfil no LinkedIn, o endereço (link para a página) geralmente é acompanhado de alguns números. Além de dificultar a busca, também é algo que empobrece esteticamente o perfil do usuário. Isso pode ser editado facilmente no site.
  3. Nome e identificação profissional
    Segundo a coach, nomes com firulas costumam ser banalizados nas redes sociais e no LinkedIn isso é mais crítico. “Mas, se você tiver algum apelido na área em que trabalha, coloque-o junto ao seu nome – uma opção é colocar entre parênteses”, explica. Quanto à identificação profissional, o ideal é não utilizar o seu cargo atual como referência, mas como você se identifica dentro das categorias com que trabalha. Não é necessário apontar se é júnior, pleno ou sênior, mas tentar tornar isso amplo. Ao invés de se posicionar como, por exemplo, analista de sistemas júnior, use: profissional de análise de sistemas.
  4. Palavras-chave 
    Assim como o Google, o LinkedIn também é uma ferramenta de buscas baseada em palavras-chave. Logo, quanto mais palavras relacionadas à sua área de trabalho, melhor ranqueado estará o seu perfil quando algum recrutador estiver em busca de profissionais na rede social.
  5. LinkedIn Premium
    A versão premium oferece recursos excelentes para quem está em busca de um emprego. Além de poder entrar em contato diretamente com recrutadores e empresas, o posicionamento no ranque aumenta “naturalmente” e os requisitos das vagas ficam ainda mais claros: é possível ver quais são as competências procuradas e se as possuir, incluir em seu perfil e pedir para que alguém as referende.
  6. Sumário
    Não se prolongue muito. “Use de cinco a seis pontos para contar quem é você profissionalmente. Procure informar o seu tempo de atuação no mercado, seu nível hierárquico, sua formação acadêmica e, principalmente, suas responsabilidades e quais foram os resultados alcançados. Se caprichar nessa parte conquistará o recrutador para continuar a ler o seu perfil”, ensina a profissional.
  7. Experiência 
    Como a rede social não é um currículo com limitação de número de páginas, conte tudo que o recrutador precisa saber e lembre-se de incluir palavras-chave que te posicione melhor no ranque de candidatos.
  8. Educação
    Os cursos devem ser posicionados a partir do mais recente. Se o ensino médio não foi profissionalizante, não é necessário incluí-lo no perfil.
  9. Experiências voluntárias
    A especialista explica que recrutadores internacionais valorizam muito este item e que, no Brasil, também tem se tornado uma tendência. “Caso você tenha experiências desse tipo, essa é uma ótima maneira de colocar seus resultados fora do ambiente profissional. Experiências voluntárias dizem muito sobre quem você é e qual é o seu papel na sociedade”, analisa.
  10. Competências e Recomendações
    Atualize as suas competências com frequência e peça aos seus colegas para validarem essa informação votando em seu perfil, isso melhorará e muito o seu desempenho ao se candidatar para qualquer vaga. “Solicite, também, recomendações de pessoas que trabalharam com você: gestores, pares, subordinados, clientes. Esses são grandes diferenciais em um perfil campeão”, completa Bia.
  11. Realizações
    Nesse item se encaixam organizações em que você está associado, prêmios, cursos, idiomas, entre outros. São itens de prestígio que podem ser considerados honrarias, segundo a especialista.
  12. Interesses 
    Os interesses se baseiam nas coisas com que você interage dentro da rede social: suas influências, publicações e empresas que você curte, os grupos em que você está e até escolas. “Todas as suas interações no LinkedIn fazem parte da vitrine que é o seu perfil, além das experiências profissionais, recrutadores procuram por pessoas que saibam se relacionar e se atualizar”, orienta a Coach.

* Bia Nóbrega é graduada em Psicologia pela USP, pós-graduada em Administração de Empresas pela FGV-SP, em formação para Conselheira. É afiliada à International Coach Federation (ICF), Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Associação Brasileira de Treinamento & Desenvolvimento (ABTD) e Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) e coautora do livro “Mapa da Vida” – Editora Ser Mais. Possui mais de 500 horas de atendimento em coaching executivo, carreira e vida.

 

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